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WePink, empresa de Virginia Fonseca, é condenada pela Justiça após cliente sofrer queimadura e cegueira parcial ao usar fortalecedor de cílios

Decisão judicial obriga marca de Virginia Fonseca a indenizar cliente que sofreu queimadura e perda parcial da visão após uso de produto A Justiça determinou que a WePink,…

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  • Decisão judicial obriga marca de Virginia Fonseca a indenizar cliente que sofreu queimadura e perda parcial da visão após uso de produto…
  • A consumidora perdeu parte da visão de forma temporária após utilizar um cosmético da marca voltado para o fortalecimento de cílios e…
  • O caso ganhou grande repercussão e gerou debates sobre a responsabilidade civil das marcas de beleza, mesmo quando os produtos possuem liberação…
WePink, empresa de Virginia Fonseca, é condenada pela Justiça após cliente sofrer queimadura e cegueira parcial ao usar fortalecedor de cílios

Decisão judicial obriga marca de Virginia Fonseca a indenizar cliente que sofreu queimadura e perda parcial da visão após uso de produto

A Justiça determinou que a WePink, empresa que tem como sócia a influenciadora Virginia Fonseca, deve pagar uma indenização de oito mil reais por danos morais a uma cliente.

A consumidora perdeu parte da visão de forma temporária após utilizar um cosmético da marca voltado para o fortalecimento de cílios e sobrancelhas, conforme informação divulgada pelo g1.

O caso ganhou grande repercussão e gerou debates sobre a responsabilidade civil das marcas de beleza, mesmo quando os produtos possuem liberação de órgãos reguladores competentes.

Entenda como ocorreu a lesão ocular após o uso do produto

De acordo com o acórdão publicado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, a cliente sofreu uma queimadura química grave que atingiu um terço da córnea do olho esquerdo.

O documento oficial aponta que a consumidora apresentou um quadro severo de ceratite e também um edema acentuado na pálpebra logo após aplicar o cosmético.

Laudo pericial confirma afastamento do trabalho por quinze dias

Uma perícia médica realizada no processo confirmou que a vítima ficou totalmente incapaz de exercer suas atividades laborais durante o período de quinze dias.

A oftalmologista responsável pela avaliação detalhou os danos sofridos pela paciente, reforçando a gravidade da queimadura química decorrente da aplicação do item.

Posicionamento da Justiça sobre a responsabilidade da marca

Em uma decisão anterior, o pedido de indenização havia sido negado porque a Justiça entendeu que os componentes da fórmula não eram proibidos pela Anvisa.

No entanto, o relator do caso, Andrade Neto, destacou que a autorização da agência é puramente administrativa e não exclui a responsabilidade civil da empresa.

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Possibilidade de recurso e desdobramentos do processo

Conforme informações obtidas junto ao TJ-SP, a empresa WePink ainda possui o direito de recorrer da decisão proferida pela Justiça paulista.

A decisão também determina que a marca arque com os custos despendidos pela cliente com honorários advocatícios durante todo o trâmite processual.

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