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Crise na Venezuela: Oposição venezuelana reafirma liderança de María Corina Machado e lança plano com 14 metas para a redemocratização do país

Grande Acordo Nacional une forças em Caracas para definir transição democrática e traçar plano com 14 propostas para o futuro da Venezuela A oposição venezuelana deu um passo…

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  • Um grande acordo nacional".O projeto estratégico reúne 14 propostas para viabilizar a redemocratização nacional e estabelecer negociações institucionais sólidas com parceiros externos.Exigências…
Capa horizontal 16:9 sem textos, retratando a crise venezuela oposição venezuelana e a liderança de María Corina Machado.

Grande Acordo Nacional une forças em Caracas para definir transição democrática e traçar plano com 14 propostas para o futuro da Venezuela

A oposição venezuelana deu um passo decisivo neste domingo ao aprovar um documento conjunto que define novos rumos para o cenário político da nação.

O grupo decidiu formalizar o apoio à liderança de María Corina Machado, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, que atualmente está vivendo exilada no Panamá.

A iniciativa surge enquanto setores dialogam sobre a transição política no poder, conforme dados e informações divulgados pelas agências internacionais.

Consolidação da liderança e metas democráticas

Durante o encontro em Caracas, a Plataforma Unitária concordou em “ratificar o mandato de mudança política expresso pelos venezuelanos por meio de seu voto, e reconhecer e apoiar a liderança de María Corina Machado”.

Em vídeo exibido no evento, Machado celebrou: “Vamos avançar agora em uma das iniciativas que, para mim, é das mais poderosas, potentes e necessárias, e que será reconhecida pelo mundo, que é o nosso grande acordo para a reconstrução da República. Um grande acordo nacional”.

O projeto estratégico reúne 14 propostas para viabilizar a redemocratização nacional e estabelecer negociações institucionais sólidas com parceiros externos.

Exigências imediatas e calendário eleitoral

O documento aprovado define como meta “exigir a libertação total e incondicional dos presos políticos, o retorno dos exilados, o fim da repressão política (…), a anulação das inabilitações e dos procedimentos administrativos contra organizações políticas, e a promoção de políticas para proteger os direitos humanos”.

A coalizão afirma que é fundamental apoiar um roteiro pacífico voltado para a realização de eleições totalmente livres, auditáveis e justas.

Apesar de o acordo final não cravar uma data precisa para a votação, o partido Vente Venezuela defende que o pleito ocorra formalmente em 2027.

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