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Supremo Tribunal Federal cobra posicionamento da Procuradoria Geral da República sobre inquérito contra Jair Bolsonaro referente à pandemia de Covid 19

Ministro Edson Fachin determina prazo de cinco dias para a Procuradoria Geral da República avaliar o arquivamento de inquérito contra Jair Bolsonaro O presidente do Supremo Tribunal Federal,…

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  • Ministro Edson Fachin determina prazo de cinco dias para a Procuradoria Geral da República avaliar o arquivamento de inquérito contra Jair Bolsonaro…
  • O caso em questão apura a divulgação de informações consideradas falsas durante o período da pandemia de Covid 19, conforme informou a…
  • Abaixo, entenda os detalhes sobre a origem desta investigação, a participação da Polícia Federal e os desdobramentos recentes envolvendo a cooperação internacional…
Capa 16:9 supremo tribunal federal cobra posicionamento da PGR sobre inquérito envolvendo Jair Bolsonaro

Ministro Edson Fachin determina prazo de cinco dias para a Procuradoria Geral da República avaliar o arquivamento de inquérito contra Jair Bolsonaro

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, determinou um prazo de cinco dias para que a Procuradoria Geral da República informe se mantém o pedido de arquivamento de uma investigação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

O caso em questão apura a divulgação de informações consideradas falsas durante o período da pandemia de Covid 19, conforme informou a imprensa nacional ao detalhar a decisão assinada na última terça feira pelo magistrado da mais alta corte do país.

Abaixo, entenda os detalhes sobre a origem desta investigação, a participação da Polícia Federal e os desdobramentos recentes envolvendo a cooperação internacional com autoridades dos Estados Unidos.

Origem da investigação e crimes apurados

O inquérito foi instaurado após um pedido formal da Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia, realizada no Senado Federal, com o objetivo de apurar a divulgação de conteúdos inverídicos nas redes sociais do ex-presidente Jair Bolsonaro.

As condutas investigadas poderiam configurar, em tese, os crimes de epidemia, infração de medida sanitária preventiva e incitação ao crime, gerando grande repercussão política e institucional em todo o território nacional.

Atuação da Polícia Federal e posição inicial da Procuradoria

Segundo os registros oficiais do processo, a Polícia Federal encerrou as investigações em 23 de dezembro de 2022, ocasião em que indiciou o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, identificado como Mauro Cid.

Posteriormente, em fevereiro de 2023, a Procuradoria Geral da República apresentou um pedido de arquivamento do caso por entender que não havia indícios mínimos da ocorrência dos crimes investigados inicialmente.

Cooperação jurídica internacional e movimentação recente

O caso voltou a registrar movimentação processual em abril de 2025, quando a Polícia Federal comunicou que recebeu uma resposta do Departamento de Justiça dos Estados Unidos a um pedido de cooperação jurídica internacional.

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Diante da juntada dessa nova manifestação e do tempo de tramitação do inquérito, o ministro Edson Fachin determinou que o Ministério Público Federal esclareça se mantém o entendimento anterior e ratifica o pedido de arquivamento.

Mudança de relatoria no Supremo Tribunal Federal

O procedimento é relacionado ao conhecido inquérito das fake news, mas tramita de forma separada na justiça, sendo que Edson Fachin assumiu a relatoria em setembro, após retirar de Alexandre de Moraes a condução da investigação principal.

A mudança realizada pela corte preservou todos os atos praticados anteriormente, garantindo que as ações penais que já tiveram denúncia recebida continuem seguindo o rito processual normal em andamento.

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