Em 26 de setembro de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou portarias que autorizam o funcionamento de 19 novas unidades dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, distribuídas em 12 estados do país. A assinatura ocorreu durante visita a obras e instalações de novos campi na zona leste da cidade de São Paulo, nas áreas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e do Instituto Federal de São Paulo (IFSP).
O ato contou com a presença do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e faz parte da agenda do governo voltada à expansão da Rede Federal de educação profissional e tecnológica. Durante a etapa em São Paulo, o presidente evitou pronunciamento nas dependências do IFSP, observando restrições eleitorais, e participou também de atividades políticas na mesma região na manhã do dia.
A medida integra um programa de ampliação anunciado pelo Executivo que prevê a criação e a implementação de dezenas de novos campi e institutos federais em todo o país. Em março de 2024 o governo havia anunciado a meta de criação de 100 novos institutos federais, com oferta estimada de centenas de milhares de vagas ao longo do período de implantação.
Antes desta assinatura, o Ministério da Educação já havia publicado portarias autorizando a abertura de outros campi: em julho de 2026 foi publicada a Portaria nº 591/2026, que liberou o funcionamento de 24 novos campi em 12 estados, medida que complementa a estratégia de interiorização da oferta pública de ensino técnico e superior.
Segundo dados recentes do governo sobre a Rede Federal, a expansão visa ampliar a infraestrutura educacional que hoje atende milhões de estudantes em cursos técnicos, superiores e de formação profissional. A ampliação de campi e institutos é apresentada pelas autoridades como um esforço para aumentar o acesso e a capilaridade da educação pública no país.
As portarias assinadas nesta data autorizam, administrativamente, o início do funcionamento das unidades; os cronogramas de oferta de cursos e a agenda de matrícula serão divulgados pelas direções regionais dos institutos e pelo Ministério da Educação conforme cada campus concluir os trâmites de implantação.
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