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Ex-joia de R$ 360 milhões do São Paulo cobra quase R$ 5 milhões na Justiça do Trabalho após alegar falhas médicas graves no tratamento de lesões

Ex-promessa da base tricolor aciona clube paulista na Justiça exigindo valor milionário e apontando graves erros no departamento médico O futebol brasileiro foi movimentado por uma bomba envolvendo…

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  • Ex-promessa da base tricolor aciona clube paulista na Justiça exigindo valor milionário e apontando graves erros no departamento médico O futebol brasileiro…
  • Conforme informação divulgada pela coluna do jornalista Bernardo Ramos, um ex-jogador da base são-paulina decidiu buscar a Justiça.
  • A situação envolve cobranças financeiras pesadas e acusações diretas de negligência e falhas médicas durante o período em que o atleta defendia…

Ex-promessa da base tricolor aciona clube paulista na Justiça exigindo valor milionário e apontando graves erros no departamento médico

O futebol brasileiro foi movimentado por uma bomba envolvendo um jovem atleta e um dos maiores clubes do país. Conforme informação divulgada pela coluna do jornalista Bernardo Ramos, um ex-jogador da base são-paulina decidiu buscar a Justiça.

A situação envolve cobranças financeiras pesadas e acusações diretas de negligência e falhas médicas durante o período em que o atleta defendia as cores do time tricolor nas categorias de base e acumulava grandes expectativas.

Abaixo, entenda os detalhes da acusação, os valores exigidos pelo jogador e como o clube paulista recebeu essa surpresa nos bastidores do centro de treinamento de Cotia.

A trajetória da promessa e a multa rescisória milionária

O jogador em questão é Thierry Henry, de apenas 19 anos, que chegou ao São Paulo quando tinha 13 anos de idade. Devido ao seu grande potencial físico, chamando atenção como um centroavante de 1,93 m, ele assinou o primeiro contrato profissional aos 16 anos.

Naquela época, o vínculo profissional continha uma multa rescisória de 60 milhões de euros, o que equivale a cerca de R$ 360 milhões na cotação atual. O valor demonstra claramente a enorme expectativa que a diretoria depositava no futuro da jovem promessa para o time principal.

No entanto, a carreira do atacante começou a ser atrapalhada por uma sequência preocupante de problemas físicos graves. Foram cinco lesões registradas nos joelhos, coxa, tornozelo, mão e na região púbica, todas sofridas enquanto ele representava o clube em competições e treinos.

As acusações de falhas médicas e tratamentos inadequados

A defesa do atleta alega que o São Paulo falhou repetidamente na condução dos tratamentos e na liberação precipitada para os gramados. Um dos exemplos citados aconteceu em janeiro, quando exames apontaram osteíte púbica e edema glúteo.

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Em vez de realizar o repouso adequado, a resposta do clube foi inserir o atleta em um programa de trabalhos preventivos e liberá-lo rapidamente. Em outra ocasião anterior, ele recebeu liberação para jogar apenas oito dias após um teste acusar um déficit de 34% no quadríceps direito.

Os advogados afirmam que a controvérsia não está na existência das lesões, mas na forma como o departamento médico lidou com os casos. A defesa destacou na ação judicial que houve registros incorretos de rupturas ligamentares e liberação de atletas antes da devida cicatrização.

O valor milionário cobrado na Justiça do Trabalho

O pedido total protocolado por Thierry Henry na Justiça do Trabalho é de R$ 4.247.291,80, englobando danos morais, indenizações, férias, cláusulas, lucros cessantes e custeio de tratamentos passados e futuros. Somando honorários de 15%, o montante pode beirar os R$ 5 milhões.

A defesa resume o impacto do processo afirmando que o contrato revelava o projeto que o clube projetava para o atleta. É esse o projeto de carreira que a condução médica comprometeu, destacaram os advogados do atacante na petição inicial.

Por sua vez, o São Paulo ainda não foi formalmente citado no processo e prefere manter cautela. A diretoria informou que só irá se manifestar oficialmente após ter acesso completo aos autos e tomar pé da situação jurídica nos tribunais trabalhistas.

Bastidores de Cotia e o pedido de desligamento

Enquanto a briga jurídica ganha os holofotes, fontes ligadas ao CT de Cotia relatam que o clima nos bastidores já não era o mesmo há algum tempo. O jogador era visto internamente como alguém que perdeu o empenho e a entrega após assinar a renovação contratual.

A partir dessa percepção de queda no rendimento e na dedicação, o clube paulista foi gradualmente desistindo de contar com o atleta a longo prazo. O desgaste na relação culminou com o próprio pedido de desligamento feito pelo jogador em março.

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Agora, cabe à Justiça do Trabalho analisar os laudos médicos, os argumentos apresentados pela defesa e a resposta do clube tricolor. O desfecho deste caso promete novos capítulos importantes para o departamento jurídico são-paulino.

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