Os integrantes do BRICS manifestaram publicamente críticas ao bloqueio imposto pelos Estados Unidos a Cuba, reafirmando apoio ao país caribenho e pedindo a cessação das sanções econômicas. A posição foi apresentada por líderes do grupo durante manifestações públicas e declarações conjuntas.
No contexto das manifestações, autoridades cubanas lembraram que, ao longo de cerca de seis décadas, a Revolução tem sido alvo de ações que classificam como “terrorismo de Estado”. A lembrança coincidiu com o 25º aniversário dos ataques de 11 de setembro, ocasião em que Havana retomou seu discurso sobre as consequências do isolamento econômico.
Autoridades da ilha afirmam que as medidas adotadas durante o governo do ex-presidente Donald Trump provocaram um impacto financeiro sem precedentes: prejuízos superiores a R$ 40 bilhões. Esse número foi destacado por dirigentes cubanos ao fundamentar o pedido de alívio das sanções.
Analistas apontam que a manifestação do BRICS amplia a pressão diplomática sobre Washington e reforça a inserção do tema nas agendas internacionais. Para Havana, o apoio do grupo representa um reforço político em fóruns multilaterais e na diplomacia sul-sul.
O bloqueio — em vigor há décadas — continua sendo objeto de críticas e debate internacional devido às suas consequências econômicas e humanitárias para a população cubana.
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