O procurador Durigan declarou que o patrocinador do filme “Dark Horse” recebeu recursos oriundos do crime organizado. A afirmação integra uma apuração sobre a origem dos aportes destinados à produção.
Na mesma linha, o ministro da Fazenda afirmou que a empresa responsável por movimentar recursos do longa — que trata da figura de Jair Bolsonaro — recebeu repasses vinculados a organização criminosa. Relatos publicados por veículos de imprensa mencionam a possibilidade de que parte do financiamento tenha relação com o Primeiro Comando da Capital (PCC).
As mensagens e documentos citados nas reportagens apontam para a existência de um fundo ou mecanismo de financiamento associado ao projeto, no qual teriam sido introduzidos valores provenientes de atores vinculados ao crime organizado. As informações, até o momento, constam como alegações que poderão orientar investigações policiais e processos administrativos.
- Acusações feitas por Durigan sobre o patrocinador do filme “Dark Horse”.
- Declaração do ministro da Fazenda sobre empresa que movimentou verbas do longa sobre Bolsonaro.
- Indicações de vínculo de parte dos recursos com o PCC, segundo reportagens.
Investigadores deverão apurar a origem dos recursos, se houve lavagem de dinheiro ou outros crimes financeiros, e possíveis responsabilizações civis e penais dos envolvidos. Autoridades competentes ainda devem detalhar provas e esclarecer em que estágio estão as apurações.
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