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São Paulo detona Casares na Justiça, aponta alucinações em defesa, cita gastos com petshop e cobra milhões sem lastro

A batalha jurídica entre o São Paulo e o ex-presidente ganha novos capítulos com acusações pesadas sobre gastos e alucinações O São Paulo levou para a Justiça uma…

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  • A batalha jurídica entre o São Paulo e o ex-presidente ganha novos capítulos com acusações pesadas sobre gastos e alucinações O São…
  • A diretoria tricolor classificou as justificativas do ex-cartola como verdadeiras alucinações, detalhando cobranças financeiras severas e valores sem comprovação.
  • Conforme os documentos revelados sobre o caso, a disputa envolve polêmicas antigas, contas contestadas e até mesmo despesas atípicas em estabelecimentos comerciais.

A batalha jurídica entre o São Paulo e o ex-presidente ganha novos capítulos com acusações pesadas sobre gastos e alucinações

O São Paulo levou para a Justiça uma resposta contundente contra as argumentações apresentadas pelo ex-presidente do clube em processos recentes.

A diretoria tricolor classificou as justificativas do ex-cartola como verdadeiras alucinações, detalhando cobranças financeiras severas e valores sem comprovação.

Conforme os documentos revelados sobre o caso, a disputa envolve polêmicas antigas, contas contestadas e até mesmo despesas atípicas em estabelecimentos comerciais.

Os saques em dinheiro vivo e a polêmica do bicho molhado

O documento apresentado pelo ex-presidente aborda a polêmica dos quase R$ 11 milhões sacados em dinheiro vivo entre os anos de 2021 e 2025.

Segundo a defesa do ex-cartola, esse montante representaria apenas uma parcela pequena do volume financeiro movimentado pelo clube no período citado.

A alegação principal aponta que os recursos seriam destinados ao pagamento de premiações conhecidas no meio esportivo como o famoso bicho molhado.

A defesa ainda citou declarações do atual executivo de futebol, Rafinha, para tentar comprovar que a prática era comum em gestões anteriores e atuais.

O uso do cartão corporativo e a devolução voluntária de valores

Outro ponto nevrálgico da discussão envolve o uso do cartão corporativo do Tricolor, que teria sido utilizado para o pagamento de despesas pessoais.

O ex-presidente argumentou que não existiam regras claras para a utilização do recurso durante as administrações anteriores dentro da instituição esportiva.

A defesa destacou que, posteriormente, foram criadas normas internas de controle e que o ex-cartola devolveu voluntariamente mais de R$ 560 mil ao clube.

O objetivo da devolução com correção monetária seria evitar questionamentos futuros, embora a diretoria atual continue cobrando explicações mais profundas.

Alegações de perseguição política e os pedidos feitos à Justiça

A petição jurídica sustentou que houve uma suposta perseguição política interna contra o ex-presidente, utilizando o termo jurídico conhecido como lawfare.

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Diante de todas as acusações, a defesa pediu à Justiça que declare a inexistência de gestão temerária e valide a aprovação das contas passadas.

O ex-cartola também exigiu que o clube apresente ampla documentação financeira e realize uma perícia contábil judicial para esclarecer os gastos.

A briga judicial promete novos desdobramentos, enquanto o São Paulo tenta blindar suas finanças e exige transparência total sobre os recursos aplicados.

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