Presidente do Vasco desabafa sobre o local do jogo contra o Boca Juniors e aponta covardia na possibilidade da partida acontecer no Paraguai
A definição do local da semifinal da Copa Sul-Americana entre Vasco da Gama e Boca Juniors gerou forte polêmica nos bastidores do futebol sul-americano nos últimos dias.
Enquanto a disputa jurídica agita os tribunais brasileiros, o presidente cruz-maltino Pedrinho resolveu abrir o jogo e criticar duramente a postura do presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, o Bap.
Conforme informação divulgada pela ESPN, o mandatário vascaíno classificou como uma atitude impensada qualquer tentativa de tirar a partida do Rio de Janeiro, exigindo respeito institucional.
A decisão da Justiça e a ameaça de campo neutro em Assunção
Na manhã desta terça-feira, a Justiça do Rio de Janeiro confirmou o Maracanã como palco da partida de volta, marcada para o próximo dia 20 de outubro, às 21h30, no horário de Brasília.
Apesar da decisão judicial favorável, a Conmebol enviou um documento ao clube carioca alertando sobre a possibilidade de adoção de campo neutro caso ocorra uma nova reviravolta jurídica.
Caso essa mudança drástica realmente aconteça, a cidade de Assunção, no Paraguai, seria escolhida para abrigar o confronto decisivo entre brasileiros e argentinos pela competição continental.
O forte desabafo de Pedrinho contra o presidente do Flamengo
Em entrevista exclusiva concedida à ESPN, o presidente Pedrinho não escondeu sua indignação com todo o imbróglio e disparou contra o posicionamento do dirigente rubro-negro.
Segundo o relato oficial publicado pela ESPN, o dirigente declarou que solicitou o estádio ao consórcio com antecedência e apontou divergências sobre o reconhecimento dos contratos assinados.
O dirigente vascaíno afirmou textualmente que ‘eu só pedi por que eu sou proibido e não cumpro alguns critérios da Conmebol. Eu solicito o Maracanã, o consórcio, com antecedência’, destacando sua revolta.
Apelo pelo bom senso e críticas a uma possível picuinha de presidentes
Ainda durante a entrevista exclusiva para a ESPN, o presidente do Vasco reforçou que a mudança de país seria um enorme prejuízo esportivo e institucional para o clube.
Ele declarou na íntegra que ‘eu acho que é uma covardia com a instituição, uma covardia com a competição, o Vasco vai jogar fora do país e fora do estado se isso acontecer’, cobrando mais solidariedade.
Finalizando seu desabafo registrado pela ESPN, Pedrinho implorou por bom senso e afirmou que ‘a gente sabe que um jogo não estragaria o gramado’, esperando que o caso não seja pessoal.
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