Saúde

Novo medicamento para câncer de pulmão avançado é aprovado pela Anvisa e traz esperança para pacientes brasileiros que buscam tratamento eficaz

A Anvisa aprovou um novo medicamento para câncer de pulmão avançado e o Brasil se torna o segundo país do mundo a liberar a terapia inovadora A Anvisa…

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  • A Anvisa aprovou um novo medicamento para câncer de pulmão avançado e o Brasil se torna o segundo país do mundo a…
  • O medicamento é indicado especificamente para pacientes adultos que enfrentam o câncer de pulmão de não pequenas células em estágio avançado ou…
  • Conforme informação divulgada pelo Diário Oficial da União, o Brasil é o segundo país a aprovar a nova terapia, ficando atrás apenas…
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A Anvisa aprovou um novo medicamento para câncer de pulmão avançado e o Brasil se torna o segundo país do mundo a liberar a terapia inovadora

A Anvisa aprovou o registro do Emrelis, cujo princípio ativo é o telisotuzumabe vedotina, um avanço importante para o tratamento oncológico no país.

O medicamento é indicado especificamente para pacientes adultos que enfrentam o câncer de pulmão de não pequenas células em estágio avançado ou metastático.

Conforme informação divulgada pelo Diário Oficial da União, o Brasil é o segundo país a aprovar a nova terapia, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, conforme dados oficiais.

Como funciona a nova terapia-alvo

Desenvolvido pela farmacêutica AbbVie, o remédio funciona como uma terapia alvo que combina um anticorpo com uma substância destruidora de tumores.

O anticorpo reconhece a proteína c-Met na superfície das células malignas, liberando o composto citotóxico diretamente no interior do tumor para maior precisão.

Por causa desse mecanismo, a indicação exige a realização de um exame específico para comprovar a alta expressão dessa proteína no tecido do paciente.

Resultados dos estudos clínicos

A aprovação da Anvisa teve como base um estudo clínico de fase 2 que avaliou a segurança e a eficácia da substância em pacientes já tratados.

Na análise do grupo com alta expressão da proteína, 34,5% dos participantes apresentaram redução mensurável do tumor, segundo os dados divulgados.

Além disso, a duração mediana da resposta foi estimada em 7,2 meses, demonstrando controle temporário significativo da doença durante o acompanhamento médico.

Próximos passos e comercialização

Apesar da liberação regulatória, a substância ainda precisa passar pela CMED para a definição de preço antes da comercialização no território nacional.

Os pacientes também devem ser monitorados quanto a eventuais efeitos adversos, como neuropatia periférica, fadiga, inchaço e inflamação pulmonar.

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O Inca estima que o país registrará 35,380 novos casos anuais da doença no triênio, reforçando a importância de novas opções terapêuticas.

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