Um grave incêndio em apartamento mobilizou equipes de socorro na noite da última segunda-feira, dia 12 de outubro, na região Oeste de Belo Horizonte. O fogo atingiu uma unidade residencial localizada na Rua Rubi, no tradicional bairro Prado, causando momentos de pânico entre os moradores da região.
A situação exigiu a rápida intervenção de várias equipes de emergência, que se deslocaram para o local para conter as chamas e prestar atendimento médico às vítimas. O incidente gerou grande preocupação e deixou a comunidade local em estado de choque devido à violência do fogo.
Conforme informação divulgada pelo portal R7, o fogo provocou danos severos na estrutura do imóvel e deixou duas pessoas feridas, sendo que a ocorrência mobilizou sete viaturas do Corpo de Bombeiros para o combate às chamas e rescaldo.
Detalhes do socorro às vítimas
Durante o sinistro, a moradora de 56 anos precisou ir até a janela para pedir socorro, sendo retirada do imóvel por populares junto com o filho de 20 anos. Segundo as primeiras informações do Corpo de Bombeiros, a mulher teve aproximadamente 62% do corpo queimado e precisou ser intubada ainda no local.
Ela foi encaminhada pelo Samu para o Centro de Terapia Intensiva do Hospital João 23, onde permanece internada em estado gravíssimo. O filho dela também sofreu ferimentos, recebeu atendimento médico no mesmo hospital, mas apresenta um quadro de saúde considerado estável.
Atuação dos bombeiros e danos materiais
Sete viaturas do Corpo de Bombeiros foram mobilizadas para controlar o fogo, realizar o trabalho de rescaldo e garantir a ventilação adequada do imóvel. A Defesa Civil de Belo Horizonte realizou uma vistoria preliminar e constatou a perda total dos móveis, além de danos severos nas instalações elétricas e tubulações.
Apesar da intensidade do fogo no apartamento afetado, as chamas não se espalharam para as unidades vizinhas, embora moradores do andar superior tenham relatado danos nos vidros das janelas devido ao calor intenso gerado durante o incidente.
Avaliação da Defesa Civil e segurança do prédio
A Defesa Civil classificou o risco construtivo do edifício como baixo, mas determinou o isolamento preventivo do apartamento atingido e de áreas da fachada para evitar acidentes com a queda de vidro. Outros três apartamentos foram liberados para o retorno imediato dos moradores, enquanto as causas do incêndio continuam sendo investigadas pelas autoridades competentes.
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