Economia

Crise na economia da Argentina sob Javier Milei gera queda expressiva e mais de 32 mil empresas fecham as portas com consumo fraco

Impacto econômico na Argentina revela desafios para o governo de Javier Milei com o fechamento de milhares de empresas A economia argentina enfrenta um momento de forte instabilidade…

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  • Impacto econômico na Argentina revela desafios para o governo de Javier Milei com o fechamento de milhares de empresas A economia argentina…
  • Milhares de empreendimentos registraram encerramentos de atividades, refletindo diretamente as novas diretrizes econômicas adotadas pela atual gestão presidencial no país vizinho.
  • Conforme informação divulgada pela Superintendência de Riscos do Trabalho, o impacto dessas medidas pode ser medido através da expressiva redução no número…
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Impacto econômico na Argentina revela desafios para o governo de Javier Milei com o fechamento de milhares de empresas

A economia argentina enfrenta um momento de forte instabilidade e muitas dificuldades para o setor empresarial desde o final do ano passado, quando o cenário político passou por mudanças drásticas.

Milhares de empreendimentos registraram encerramentos de atividades, refletindo diretamente as novas diretrizes econômicas adotadas pela atual gestão presidencial no país vizinho.

Conforme informação divulgada pela Superintendência de Riscos do Trabalho, o impacto dessas medidas pode ser medido através da expressiva redução no número de registros formais.

Queda acentuada no cadastro de empregadores

A Argentina registrou 32.290 empresas a menos desde o início do governo de Javier Milei, conforme dados oficiais divulgados recentemente pelos órgãos competentes do país.

O total de empregadores caiu de 512.357 em novembro de 2023 para 480.067 em julho deste ano, o que representa uma queda expressiva de 6,3% no sistema.

Essa redução na quantidade de registros oficiais acompanha uma sequência negativa de dezoito meses consecutivos de retração nos indicadores mensais do setor produtivo.

Fatores que pressionam os empresários locais

As dificuldades enfrentadas pelo setor produtivo envolvem o consumo enfraquecido da população, os custos elevados de energia e o aumento expressivo nas importações.

Segundo avaliações da Confederação Argentina da Média Empresa, o forte aumento nas contas de serviços e o endividamento familiar reduzem o dinheiro disponível.

Dessa forma, com o orçamento bastante apertado, os consumidores priorizam apenas os gastos essenciais, prejudicando diretamente o comércio e a indústria local.

Concorrência internacional e custos operacionais

A União Industrial Argentina aponta que os custos de energia e a carga tributária figuram entre os principais obstáculos para as pequenas indústrias.

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Além disso, o Centro de Economia Política Argentina destaca que as compras de bens de consumo do exterior cresceram 34,7% no primeiro semestre.

Esse cenário de maior concorrência externa acontece enquanto a produção industrial do país acumulou uma queda considerável de 12% no mesmo período.

Cortes de gastos e reflexos na atividade econômica

Todo esse panorama desafiador acompanha o forte corte de gastos públicos adotado pelo governo para tentar conter a inflação e estabilizar as contas.

Os efeitos sobre a atividade produtiva variam conforme o setor, pois enquanto o comércio e a indústria encolheram, a mineração apresentou crescimento.

Especialistas continuam monitorando os desdobramentos dessas políticas para entender como o mercado argentino vai se comportar nos próximos meses.

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