Onze crianças foram hospitalizadas com sintomas de intoxicação alimentar após comerem bolo de milho em comemoração antecipada do Dia das Crianças em escola de São Paulo
Um clima de festa e comemoração escolar terminou em grande preocupação na zona leste de São Paulo, quando vários alunos precisaram de atendimento médico urgente. A situação mobilizou equipes de saúde e gerou alerta sobre a segurança alimentar em eventos escolares, conforme informação divulgada pela Record.
O episódio ocorreu na Escola Cristina de Castro, situada no Jardim Helena, durante uma atividade festiva antecipada para o Dia das Crianças. Na ocasião, a dinâmica pedia que cada estudante levasse um prato de comida para compartilhar com os colegas.
Entre os itens levados para a confraternização, um bolo de milho chamou a atenção dos estudantes por aparentar estar em perfeitas condições para consumo. No entanto, após a ingestão do doce, o cenário mudou drasticamente e gerou pânico entre os presentes, conforme informação divulgada pela Record.
Sintomas graves e atendimento médico
Logo após consumirem o alimento, as crianças começaram a sentir um forte mal-estar generalizado na instituição de ensino. Entre os principais sintomas relatados estavam episódios de vômitos intensos e até casos de desmaios repentinos entre os alunos afetados.
Diante da gravidade da situação, parte dos estudantes precisou ser encaminhada rapidamente para hospitais da região. Outros alunos receberam os primeiros socorros diretamente nas dependências da UPA Santa Helena, onde passaram por avaliações médicas e exames necessários.
Investigação policial e revolta dos pais
O caso gerou muita revolta e apreensão entre os familiares, que expressaram grande preocupação em relação à demora no atendimento emergencial. Os pais também criticaram duramente a suposta falta de ambulâncias disponíveis no local para socorrer as vítimas com rapidez.
A Polícia Civil já iniciou uma investigação preliminar e trabalha com a suspeita inicial de que o bolo de milho foi o causador da intoxicação. Paralelamente, a Secretaria Estadual da Educação conduz uma apuração interna para determinar as causas e definir medidas preventivas nas escolas.
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