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Aeroportos da Arábia Saudita voltam a ser alvos de bombardeios violentos dos rebeldes Houthis em nova escalada militar no Oriente Médio

Uma nova onda de bombardeios atingiu os aeroportos da Arábia Saudita neste domingo, elevando ao limite a tensão militar e diplomática em todo o território do Oriente Médio.…

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  • Uma nova onda de bombardeios atingiu os aeroportos da Arábia Saudita neste domingo, elevando ao limite a tensão militar e diplomática em…
  • Instamos a todos a levarem nossos avisos a sério, e a Arábia Saudita é responsável por quaisquer interceptações malsucedidas", publicaram os rebeldes.Conflito…
  • Vamos analisar.
aeroportos arábia saudita voltam em capa horizontal 16:9, sem textos, representando ataques aéreos durante a nova escalada militar no Oriente Médio

Uma nova onda de bombardeios atingiu os aeroportos da Arábia Saudita neste domingo, elevando ao limite a tensão militar e diplomática em todo o território do Oriente Médio.

As ofensivas tiveram como alvos principais os terminais das cidades de Riade e Dammam, ocorrendo apenas um dia após uma investida violenta deixar mortos na capital saudita.

O grupo extremista rebelde Houthi reivindicou a autoria das ações que colocam a aviação comercial sob alerta máximo, conforme informações divulgadas por autoridades locais e pela agência internacional Reuters.

Impacto nos terminais e ameaça à aviação comercial

No aeroporto internacional Rei Khalid, localizado em Riade, um projétil atingiu diretamente o terminal 4 durante a manhã deste domingo, segundo o governo saudita.

A ofensiva deste fim de semana ampliou o terror provocado no sábado, quando um ataque de mísseis contra o mesmo local matou 13 pessoas e feriu mais de 300 civis.

Os rebeldes do Iêmen também confirmaram disparos contra instalações da gigante petrolífera Aramco e contra a infraestrutura do movimentado aeroporto na cidade de Dammam.

Pouco antes dos novos disparos, o grupo Houthi fez uma declaração pública formal exigindo que passageiros e empresas aéreas fiquem longe dos terminais locais.

“Reiteramos nosso alerta a todas as companhias aéreas, especialistas, funcionários, trabalhadores e viajantes contra o uso dos aeroportos e do espaço aéreo saudita, pois são vulneráveis a ataques e se tornaram alvo de operações para nossas forças, com exceção dos aeroportos em Meca e Medina. Instamos a todos a levarem nossos avisos a sério, e a Arábia Saudita é responsável por quaisquer interceptações malsucedidas”, publicaram os rebeldes.

Conflito regional e retaliações cruzadas

O agravamento dos confrontos ocorre devido ao papel exercido pela Arábia Saudita na liderança militar da coalizão que apoia o governo oficial do Iêmen na guerra civil.

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A emissora Al Masirah TV, ligada aos rebeldes, acusou as forças sauditas de atacarem o aeroporto de Sanaa, a capital iemenita, justificando as ações como resposta.

Segundo Mohammed al-Bukhaiti, liderança do grupo rebelde, as ofensivas contra cidades sauditas funcionam como uma retaliação direta aos bombardeios aéreos no Iêmen.

Repercussão internacional e presença dos Estados Unidos

Apesar da destruição recente e da fumaça no aeroporto de Riade, o governo saudita manteve a abertura de um grande congresso de energia a dez quilômetros do local.

O fórum de energia reúne mais de 70 ministros de Estado, 300 executivos e dezenas de organizações globais para debater o futuro econômico do setor petrolífero.

Diante do caos, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou em Washington que o país estuda entrar diretamente na resposta militar contra os rebeldes.

“Talvez. Vamos analisar. Acabamos de saber do ataque mais recente, então vamos tomar uma decisão. Agimos muito rapidamente”, afirmou Trump a repórteres.

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