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CNJ e Banco Central fecham acordo histórico para impor novas regras rígidas e combater fraudes bilionárias na comercialização e pagamento de precatórios federais no Brasil

CNJ e Banco Central unem forças para estabelecer novas normas rígidas de controle, rastreamento eletrônico e segurança na comercialização de precatórios federais em todo o país O Conselho…

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  • CNJ e Banco Central unem forças para estabelecer novas normas rígidas de controle, rastreamento eletrônico e segurança na comercialização de precatórios federais…
  • A medida conjunta visa proteger o sistema financeiro e garantir mais transparência.
  • As novas regras buscam disciplinar o mercado paralelo desses títulos federais e evitar operações suspeitas de deságio.
CNJ e Banco Central fecham acordo histórico para impor novas regras rígidas e combater fraudes bilionárias na comercialização e pagamento de precatórios federais no Brasil

CNJ e Banco Central unem forças para estabelecer novas normas rígidas de controle, rastreamento eletrônico e segurança na comercialização de precatórios federais em todo o país

O Conselho Nacional de Justiça e o Banco Central decidiram unir forças para colocar fim às irregularidades na comercialização de dívidas públicas. A medida conjunta visa proteger o sistema financeiro e garantir mais transparência.

As novas regras buscam disciplinar o mercado paralelo desses títulos federais e evitar operações suspeitas de deságio. A proposta foi oficializada em Brasília nesta terça-feira e já movimenta os bastidores jurídicos.

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Conforme informação divulgada pelo Conselho Nacional de Justiça, o acordo histórico foi assinado pelas principais autoridades econômicas e judiciais do país para moralizar o setor.

Novas regras para transferência de titularidade

A principal mudança anunciada pelas autoridades é a exigência obrigatória de escritura pública para qualquer validação de transferência de créditos perante o Poder Judiciário brasileiro.

Com essa exigência legal, o Banco Central será o responsável direto por determinar que as instituições financeiras reguladas incluam os créditos em registros eletrônicos seguros para rastreamento.

Veto a advogados e novas exigências

A proposta também pretende vetar rigorosamente a compra desses títulos por advogados que atuam como patronos em causas referentes a esses mesmos processos judiciais.

Além disso, o texto eleva consideravelmente as exigências legais para eventuais transferências de créditos direcionadas a entidades beneficentes, evitando assim desvios de finalidade.

Pagamento direto ao titular registrado

O pagamento dos valores devidos deverá ser feito exclusivamente ao titular legítimo registrado na Justiça, sendo proibida a transferência para intermediários e atravessadores.

Para garantir total segurança jurídica, o pagamento ocorrerá obrigatoriamente por meio de conta bancária informada previamente pelos beneficiários oficiais dos processos.

O escândalo do Banco Master

O rigor nas normas ganhou força após investigações da Polícia Federal revelarem contratos milionários envolvendo escritórios de advocacia e instituições financeiras investigadas.

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Em nota oficial divulgada à imprensa, a banca de advocacia citada declarou que possui contrato formal com o banco, mas ressaltou que não recebeu qualquer pagamento a título de pró-labore ou de êxito.

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