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Após prisão no Egito por gravação obscena, influenciadora brasileira Malévola Alves paga fiança e recupera a liberdade com apoio do consulado

A influenciadora digital Mariana Alves pagou fiança e foi liberada pelas autoridades egípcias após ser detida por gravar conteúdos considerados obscenos nas ruas de Alexandria A influenciadora digital…

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  • A influenciadora digital Mariana Alves pagou fiança e foi liberada pelas autoridades egípcias após ser detida por gravar conteúdos considerados obscenos nas…
  • Ela e uma amiga estavam detidas na cidade de Alexandria sob a acusação de gravar vídeos com atitudes consideradas obscenas nas ruas…
  • Conforme informação divulgada pela CNN Brasil, a defesa e a assessoria da influenciadora confirmaram imediatamente a soltura da brasileira após a tramitação…
Após prisão no Egito por gravação obscena, influenciadora brasileira Malévola Alves paga fiança e recupera a liberdade com apoio do consulado

A influenciadora digital Mariana Alves pagou fiança e foi liberada pelas autoridades egípcias após ser detida por gravar conteúdos considerados obscenos nas ruas de Alexandria

A influenciadora digital Mariana Alves, de 22 anos, conhecida na internet como Malévola Alves, recuperou a liberdade na manhã desta quarta-feira após passar por momentos de tensão em solo internacional.

Ela e uma amiga estavam detidas na cidade de Alexandria sob a acusação de gravar vídeos com atitudes consideradas obscenas nas ruas do país, gerando grande repercussão negativa entre os moradores locais.

Conforme informação divulgada pela CNN Brasil, a defesa e a assessoria da influenciadora confirmaram imediatamente a soltura da brasileira após a tramitação dos trâmites legais exigidos pela justiça egípcia.

O pagamento da fiança e o acompanhamento consular

A liberação da influenciadora ocorreu logo após o pagamento de uma fiança estipulada pelo governo do Egito, cujo valor cobrado ficou entre 20 mil e 40 mil libras egípcias, o que corresponde a uma faixa de R$ 2 mil a R$ 4 mil na conversão atual.

Enquanto todo o processo acontecia, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil acompanhou a situação de perto, prestando o devido suporte por meio da embaixada localizada na capital Cairo desde a noite de terça-feira.

A investigação iniciada pelas autoridades locais

O Ministério do Interior do Egito iniciou a investigação policial assim que as imagens da dupla começaram a circular com muita força e rapidez nas redes sociais, chamando a atenção das autoridades competentes.

Nos vídeos anexados ao processo oficial, as brasileiras aparecem dançando, fazendo gestos obscenos e exibindo conotações sexuais explícitas em vias públicas, o que feriu as leis de decência pública do país.

A confissão dos atos para obter engajamento

O governo local alegou formalmente que as mulheres chegaram a assediar moradores que passavam pelo local da gravação, aumentando ainda mais a gravidade da situação perante os oficiais egípcios responsáveis pelo caso.

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Durante o interrogatório oficial, a influenciadora e a amiga admitiram a autoria dos atos, confessando aos oficiais que gravaram as cenas nas ruas egípcias com a clara intenção de atrair engajamento e aumentar o número de visualizações em seus perfis.

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