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Prejuízo milionário na Grande BH: distribuidora fecha as portas de surpresa em Contagem e deixa rombo superior a 200 milhões para fornecedores

Comerciantes da Grande BH contabilizam prejuízos gigantescos após sumiço repentino de distribuidora em Contagem, conforme relatos divulgados pela rádio Itatiaia. O fechamento repentino de uma distribuidora na Grande…

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  • Comerciantes da Grande BH contabilizam prejuízos gigantescos após sumiço repentino de distribuidora em Contagem, conforme relatos divulgados pela rádio Itatiaia.
  • O fechamento repentino de uma distribuidora na Grande BH pegou centenas de trabalhadores e empresários de surpresa nesta semana.
  • A situação dramática gerou revolta e tumulto na porta do galpão localizado na cidade de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
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Comerciantes da Grande BH contabilizam prejuízos gigantescos após sumiço repentino de distribuidora em Contagem, conforme relatos divulgados pela rádio Itatiaia.

O fechamento repentino de uma distribuidora na Grande BH pegou centenas de trabalhadores e empresários de surpresa nesta semana. A situação dramática gerou revolta e tumulto na porta do galpão localizado na cidade de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

De acordo com as denúncias reunidas, o rombo financeiro provocado pela empresa ultrapassa a marca de duzentos milhões de reais. Profissionais autônomos e fornecedores relatam que não receberam pelos produtos entregues e pelas vendas realizadas recentemente.

Conforme informação divulgada pela rádio Itatiaia, a falta de transparência e o sumiço dos responsáveis deixaram dezenas de famílias sem qualquer perspectiva de recebimento. A seguir, entenda os detalhes dessa crise que abalou o setor comercial mineiro.

Desmonte do galpão e falta de pagamentos

Os problemas começaram quando os representantes comerciais perceberam que não receberiam os valores devidos pelas vendas do mês. Na última sexta-feira, trabalhadores foram até a sede da empresa para tentar negociar, mas encontraram o local totalmente fechado e sem atendimento.

Já na terça-feira seguinte, a situação piorou drasticamente quando os profissionais descobriram que o prédio estava sendo desmontado às pressas. Um dos autônomos desabafou sobre a situação e afirmou que a distribuidora aplicou um verdadeiro golpe em funcionários fixos e fornecedores.

A empresa operava no setor de distribuição de bebidas e produtos de perfumaria, realizando a intermediação entre marcas e o comércio local. O único sócio registrado no cadastro ativo da Receita Federal não respondeu às ligações e mensagens enviadas pelos jornalistas e pelas vítimas.

Prejuízos milionários e revolta de fornecedores

O impacto financeiro relatado pelas vítimas varia bastante, mas atinge cifras alarmantes que somam mais de duzentos milhões de reais no total. O representante comercial Guilherme Xavier contou que teve um prejuízo aproximado de duzentos mil reais fornecendo itens como chocolate em pó e casquinhas de sorvete.

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Ele relatou que os fornecedores tentaram retirar suas próprias mercadorias de dentro do galpão para tentar diminuir o tamanho do prejuízo. No entanto, a entrada foi totalmente proibida, enquanto outros colegas contabilizavam perdas de até um milhão e meio de reais.

A tensão na porta do estabelecimento foi tão grande que a Polícia Militar precisou ser acionada para conter o tumulto generalizado. A Polícia Civil de Minas Gerais foi procurada para esclarecer se existe alguma investigação formal em andamento sobre o caso.

Protestos indevidos e boletins de ocorrência

Além do calote financeiro generalizado, alguns parceiros comerciais relataram problemas ainda mais graves envolvendo o nome de familiares. O representante Hamilton Xavier da Silva afirmou que teve um prejuízo de quarenta e cinco mil reais e ainda sofreu com protestos indevidos direcionados à esposa dele.

O protesto indevido acontece quando uma dívida que já foi totalmente quitada ou que sequer existe é enviada para protesto em cartório. Hamilton e a esposa registraram um boletim de ocorrência policial para relatar a situação abusiva sofrida após o fechamento.

Segundo o histórico da ocorrência registrada, a esposa possuía um CNPJ que foi cancelado em março e era cliente da distribuidora. Mesmo sem realizar novas compras e com a empresa fechada, ela continuou recebendo avisos de cobrança e protestos de duplicatas de forma irregular.

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