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Justiça toma decisão definitiva sobre processo de fã contra Virginia Fonseca e WePink após sorteio de encontro não realizado

Justiça bate o martelo sobre a ação movida por fã contra Virginia Fonseca e a marca WePink após promessa de encontro não cumprida Uma fã da influenciadora Virginia…

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  • Justiça bate o martelo sobre a ação movida por fã contra Virginia Fonseca e a marca WePink após promessa de encontro não…
  • A situação gerou grande repercussão nas redes sociais, envolvendo também a marca WePink, que acabou virando alvo de um processo judicial por…
  • No entanto, o pedido foi totalmente negado pelo Juizado Especial Adjunto Cível de Rio Bonito, no estado do Rio de Janeiro, conforme…

Justiça bate o martelo sobre a ação movida por fã contra Virginia Fonseca e a marca WePink após promessa de encontro não cumprida

Uma fã da influenciadora Virginia Fonseca decidiu acionar a Justiça após vencer um sorteio promocional, mas nunca conseguir realizar o sonhado encontro com a famosa. A situação gerou grande repercussão nas redes sociais, envolvendo também a marca WePink, que acabou virando alvo de um processo judicial por quebra de contrato.

A autora da ação exigia o pagamento de R$ 30 mil referente a danos morais, alegando frustração e diversos transtornos ao longo dos meses de tentativa. No entanto, o pedido foi totalmente negado pelo Juizado Especial Adjunto Cível de Rio Bonito, no estado do Rio de Janeiro, conforme informação divulgada inicialmente pelo colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo.

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Acompanhe os detalhes a seguir para entender como o caso começou, qual foi a alternativa proposta pela empresa, como a defesa de Virginia se posicionou diante das acusações e quais foram os argumentos usados pelo juiz para rejeitar a indenização milionária pedida pela participante.

Como começou a polêmica envolvendo o sorteio da WePink

Tudo começou em janeiro de 2025, quando Carla Verônica Batista Ramalho participou de uma live promocional da WePink no Instagram. Segundo os autos do processo, ela foi sorteada em 19 de janeiro de 2025 e teria direito a um encontro com Virginia, além de despesas relacionadas à viagem, como transporte, hospedagem e alimentação.

Entretanto, o encontro não aconteceu conforme o prometido pela empresa. De acordo com o processo judicial, Carla tentou durante meses encontrar uma data viável para receber o prêmio prometido. Entre fevereiro e dezembro de 2025, ela teria feito diversos contatos com os responsáveis, mas não conseguiu agendar o encontro por falta de datas disponíveis.

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A alternativa oferecida pela empresa e o acordo com a fã

Ao se deparar com inúmeras dificuldades para realizar o encontro presencial, a WePink apresentou uma alternativa viável para compensar a fã. A empresa ofereceu a quantia de R$ 1.500 em dinheiro e o envio de 20 produtos da marca de cosméticos, proposta que foi prontamente aceita por Carla naquele momento.

No entanto, segundo os autos do processo, apenas 18 dos produtos foram inicialmente entregues na residência da consumidora. Os dois itens restantes não estavam disponíveis em estoque no momento do envio, conforme destacou a defesa da empresa ao prestar esclarecimentos à Justiça brasileira.

A manifestação da defesa e o desfecho do processo

Quando a ação judicial veio a público, a equipe de Virginia Fonseca afirmou que o encontro não havia sido realizado em razão da enorme dificuldade de conciliar a agenda dos sócios da WePink. Em nota enviada ao Metrópoles em março do ano passado, a empresa reforçou que o acordo prévio havia sido cumprido pela marca.

Conforme nota da defesa, “dado o contexto e o acordo firmado entre as partes antes do ajuizamento da ação, que, inclusive, foi cumprido, visto que houve o pagamento de R$ 1.500,00 e o envio de 18 perfumes, entendemos que a ação é improcedente”. Durante o andamento do processo, a autora confirmou que os dois produtos faltantes foram entregues.

A decisão final da Justiça sobre os danos morais

A Justiça reconheceu que houve inadimplemento contratual por parte da empresa, mas entendeu que a situação não foi suficiente para caracterizar dano moral. O episódio foi definido como um “mero aborrecimento inerente ao cotidiano em razão do inadimplemento contratual, incapaz de violar qualquer direito da personalidade da parte autora”.

Por esse motivo específico, o pedido de R$ 30 mil em dinheiro foi rejeitado pelos magistrados responsáveis pelo caso. Procurada pelo portal iG após a nova decisão desfavorável, a equipe de assessoria de Virginia Fonseca afirmou apenas que “não iremos comentar o assunto, mas agradecemos o espaço”.

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