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Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais vai investigar o uso de celular por Romeu Zema na cabine de votação durante as eleições

O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais vai apurar o caso envolvendo Romeu Zema e o uso de aparelho celular na cabine de votação O Tribunal Regional Eleitoral…

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  • O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais vai apurar o caso envolvendo Romeu Zema e o uso de aparelho celular na cabine…
  • A situação gerou repercussão imediata nos bastidores da política e entre as autoridades competentes, pois o uso de qualquer equipamento eletrônico que…
  • Conforme informação divulgada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais, as circunstâncias exatas do episódio serão avaliadas com cautela pela Justiça Eleitoral,…
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O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais vai apurar o caso envolvendo Romeu Zema e o uso de aparelho celular na cabine de votação

O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais vai investigar a ocorrência envolvendo o candidato à Presidência da República Romeu Zema, do partido Novo, que entrou com um telefone celular na cabine de votação durante o pleito deste domingo, na cidade mineira de Araxá, situada no Alto Paranaíba.

A situação gerou repercussão imediata nos bastidores da política e entre as autoridades competentes, pois o uso de qualquer equipamento eletrônico que possa comprometer o sigilo do voto é estritamente proibido pela legislação eleitoral brasileira vigente em todo o país.

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Conforme informação divulgada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais, as circunstâncias exatas do episódio serão avaliadas com cautela pela Justiça Eleitoral, enquanto a defesa do candidato sustenta que tudo não passou de um mero esquecimento no momento de votar.

A palavra oficial da Justiça Eleitoral sobre o incidente

O presidente do tribunal mineiro, o desembargador Carlos Henrique Perpétuo Braga, concedeu uma entrevista coletiva para esclarecer os fatos e confirmou que a utilização do aparelho no interior da cabine de votação é uma conduta proibida pelas normas eleitorais.

Durante a conversa com jornalistas no Centro de Divulgação das Eleições, o magistrado destacou que é fundamental realizar uma apuração detalhada antes de tomar qualquer medida definitiva em relação ao ocorrido com o candidato do partido Novo.

A apuração detalhada dos fatos e os próximos passos

O desembargador ressaltou que a prioridade da instituição é analisar o cenário completo para entender como o episódio aconteceu, garantindo que todas as regras sejam cumpridas de forma rigorosa e transparente para a sociedade brasileira.

Segundo a autoridade máxima do tribunal, em declaração oficial, a prioridade é o cumprimento das normas estabelecidas. Em suas palavras exatas, Em primeiro lugar, valem as regras, e as regras dizem que não é possível usar o celular na cabine de votação, conforme destacou durante a entrevista coletiva.

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A defesa do candidato e a alegação de esquecimento

O magistrado também acrescentou que a instituição precisa analisar especificamente o caso e verificar todos os seus contornos antes de emitir qualquer opinião, veredito ou decisão final sobre a conduta adotada por Romeu Zema durante o processo de votação.

Enquanto a investigação segue em andamento na Justiça Eleitoral, a equipe do candidato argumenta que ele entrou na cabine com o aparelho apenas por um lapso de memória, reforçando a tese de esquecimento que agora passa pelo crivo das autoridades competentes do estado.

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