O meia Gustavo Scarpa, do Atlético-MG, afirmou que alguns dos seus companheiros de clube também são leitores e deu visibilidade à prática em uma ação chamada “Galeitura”. Durante a participação, ele citou que mantém o hábito da leitura e revelou que há colegas no elenco com interesse por livros.
Além de comentar sobre os hábitos de leitura dos companheiros, Scarpa indicou quatro obras que recomenda aos interessados — as indicações foram feitas pelo próprio jogador, sem detalhar, na ocasião da conversa.
A iniciativa associada ao jogador ultrapassou o âmbito pessoal: reportagens apontam que a ação inspirou movimentos de leitura entre torcidas e projetos em clubes que promovem livros, trazendo atenção nacional e repercussão internacional ao tema. A partir dessa visibilidade, a leitura passou a ser tratada também como uma plataforma cultural ligada ao futebol.
Outras matérias que acompanharam o tema mencionam aspectos da vida pessoal de Scarpa, como a existência de uma fazenda e um acervo considerável de livros, elementos que contribuem para explicar a visibilidade do atleta fora de campo.
Especialistas em cultura e esporte observam que exemplos de atletas que estimulam a leitura ajudam a desconstruir estereótipos e a ampliar o alcance de projetos culturais. No caso de Scarpa, a combinação entre visibilidade no futebol e preferência por livros tem sido apontada como combustível para iniciativas que incentivam o hábito de ler dentro e fora do universo esportivo.
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