Os países do BRICS manifestaram publicamente condenação ao bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos a Cuba e reafirmaram solidariedade à ilha. Em declarações recentes, líderes do bloco instaram Washington a encerrar as restrições que, segundo Havana, já duram mais de seis décadas.
No contexto do 25º aniversário dos ataques de 11 de setembro de 2001, autoridades cubanas aproveitaram o momento para destacar o que classificam como ações contínuas de “terrorismo de Estado” contra a Revolução Cubana ao longo de seis décadas, remetendo ao histórico confronto entre Cuba e políticas americanas.
Representantes do governo cubano também apontaram que o embargo impôs um impacto financeiro recorde ao país. Segundo declarações ministeriais, medidas adotadas durante o período do ex-presidente Donald Trump resultaram em prejuízos superiores a R$ 40 bilhões às contas do país.
O posicionamento do BRICS — agrupamento de economias emergentes que tem papel crescente em fóruns internacionais — acrescenta pressão diplomática sobre os Estados Unidos em relação à política de bloqueio. Analistas lembram que a questão vem sendo objeto de críticas multilaterais e votações recorrentes em organismos internacionais, que pedem o levantamento das sanções e o fim de medidas que afetam a população civil.
Fontes e autoridades envolvidas destacam que o debate sobre o bloqueio continua presente em agendas multilaterais e tem implicações em áreas como comércio, saúde e finanças em Cuba, reforçando a demanda por soluções conciliatórias e pelo diálogo diplomático.
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